Brasília reconhecida por excelência em Gerenciamento de Projetos

Brasília Reconhecida por excelência em Gerenciamento de Projetos
pelo Instituto Americano de Projetos
(Project Management Institute)

Brasília, DF, Novembro de 2009

— Peter Berndt de Souza Mello recebeu o prêmio do Project Management Institute (PMI®): “Eric Jenett Project Management Excellence Award” por sua ampla contribuição para a prática da profissão de Gerenciamento de Projetos e demonstrou liderança e iniciativa enquanto desenvolvendo avanços em relação a conceitos, técnicas, práticas ou teorias sobre o Gerenciamento de Projetos.

 

        Peter Mello, Diretor de Projetos da X25 Treinamento e Consultoria (X25), oferece serviços de treinamento e Consultoria para organizações governamentais e empresas privadas. Ele utiliza seus recursos e talentos para desenvolver softwares de distribuição gratuita e materiais relacionados ao gerenciamento de Projetos. Peter Mello é consultor em Gerenciamento de Projetos e Portfólios com trabalhos apresentados no Brasil e exterior, com ênfase no Gerenciamento de Riscos e Gerenciamento de Cronogramas com a aplicação da Metodologia SDPM (Success Driven Project Management) e o desenvolvimento de cronogramas baseado em restrições.

        “O Programa de Premiações do PMI reconhece a excelência em gerenciamento de Projetos em diversas categorias para organizações, comunidades, capítulos do PMI, trabalhos voluntaries, produtos e indivíduos,” disse Gregory Balestrero, presidente e CEO do PMI. “Ganhar este prêmio é um testemunho do valor que o gerenciamento de Projetos pode trazer para uma variedade de envolvidos (stakeholders).”

          “Eu conheci ao sr. Eric Jenett em pessoa e entendo que suas conquistas relacionadas ao Gerenciamento de Projetos é uma coisa extraordinária. Eu realmente tenho muito orgulho de receber este prêmio, confiado a mim pelo meu empenho particular,” disse Peter Mello.The Eric Jenett Project Management Excellence Award foi criado em honra a Eric Jenett, um dos cinco fundadores do PMI e o fundador do capítulo de Houston. Ele foi um dos seus presidentes e membro do Conselho Diretivo do PMI e foi eleito PMI Fellow em 1982. O prêmio Eric Jenett foi apresentado ao seu ganhador no 4o Congresso Brasileiro de Gerenciamento de Projetos, em Belo Horizonte, Brasil, nos dias 11 a 13 de novembro de 2009.

Após a apresentação de Key-Note do Presidente do PMI (Greg Balestrero) durante o 4° Congresso Nacional em Belo Horizonte, o Chariman do Board do PMI (Ricardo Vargas) entregou o prêmio a Peter Mello, primeiro Latino-Americano a receber a honra. Pela tarde, Peter Mello também fez uma apresentação como co-autor do trabalho aprovado pela comissão técnica escrito por Alexandre Zoppa, Jefferson Guimarães e Mello.

Sobre o Project Management Institute (PMI)

      É a organização líder mundial em Gerenciamento de Projetos, com quase 500.000 membros e credenciados em mais de 185 países. Desde a sua fundação há 40 anos, o PMI já influenciou mais de um milhão de praticantes, negócios, governos, estudantes e entidades de treinamento. Hoje, os produtos e services do PMI estão distribuídos em uma grande gama de padrões para Projetos, programas e portfolio, bem como com cinco credenciais para a profissão, incluindo a aclamada certificação PMP® (Project Management Professional). O PMI mantém o “Global Corporate Council” e o “European Corporate Networking Group” relacionado a grandes multinacionais e organizações governamentais, endorsando o valor do Gerenciamento de Projetos. É a única associação de Gerenciamento de Projetos com um programa de pesquisa estabelecido, já tendo investido mais de USD 14 milhões de dólares em suporte a dezenas de Projetos de pesquisa desde 1997. Veja mais sobre a associação em www.pmi.org.

História das premiações do PMI:
http://www.pmi.org/About-Us/Our-Professional-Awards/PMI-Professional-Awards-History.aspx 

Press release (PMI):
http://www.pmi.org/About-Us/Press-Releases/Brasilia-Local-Recognized-for-Project-Management-Excellence.aspx 

Jornal Six Sigma Brasil

Carta enviada por Peter para Nelson Rosamilha em resposta da divulgação do Six Sigma
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Sent: Friday, June 19, 2009 10:37 AM (Nelson Rosamilha)
Subject: [SIX SIGMA BRASIL] Jornal Six Sigma Brasil – 19/06/2009

 

     Caro Nelson,

     Muito bacana o site, o jornal e a evolução das parcerias do Six Sigma! Parabéns pelo sucesso.
Também acho interessante o formato Cheetah Learning para buscar a Certificação PMP, embora tenham alguns elementos curiosos sobre ele. Talvez você me encaminhe para quem possa tirar estas dúvidas!

    A questão começa: A propaganda da Cheetah diz que o aluno NÃO precisa ter treinamento anterior em Gerenciamento de Projetos e que basta então os 4 dias de intensivo.
No entanto, faz parte da matrícula do aluno comprovar que já foi aceito para à Certificação PMP (elegibilidade) e eles só dão sua garantia de pagar pela prova caso o aluno já tenha este registro.
Para fazer o registro no PMI, o aluno precisa JÁ TER COMPROVADO 36 horas de ensino formal em Gerenciamento de Projetos, o que é uma contraposição ao que eles afirmam sobre “não ser necessário treinamento anterior”.

     É como seu eu dissesse que você pode aprender direito em 1 mês sem experiência alguma, mas que para fazer o curso tem que fazer a prova da OAB, que para ser feita, exige a graduação na área !!??

     Pessoalmente eu acredito que QUEM de fato JÁ É GP, com as 4.500 horas necessárias e a experiência anterior tem todo o direito de fazer um “intensivo” e aprender macetes para traduzir o que conhece de sua profissão ao que de fato cai na prova. Alguns criticam o método por “escancarar uma porta que deveria servir para filtrar quem de fato merece ser PMP”, mas isso não é um problema do método em si, e sim, de algumas pessoas que não tem a formação adequada e insiste em fazer a prova.

      Eu também tenho um curso “relâmpago” de preparação (Turbo PM-Prepare, com 24 horas de treinamento), mas ele é claramente adequado para quem: Já fez algum treinamento específico para a Certificação, ou de fato já estudou bem em um curso prático de projetos ou pós-graduação e TÊM todos os pré-requisitos para a prova!

 

     Resumindo:
     - Se o Cheetah Learning for aceito no Brasil, isso irá dar entendimento às pessoas de que “quem merece e já sabe” pode de fato fazer a Certificação em um tempo de estudo pequeno, alavancando inclusive o meu negócio!
     - Desejo boa sorte a Alpha Consultoria e a Cheetah no lançamento deste curso, mas acho que a forma com que ele é divulgado precisa ser “ajustada” pois no meu entendimento da legislação brasileira pode ser até visto como “falsa propaganda” (dizer que não é necessário treinamento prévio mas exigir que o aluno já tenha a elegibilidade no PMI).

 

Abraço,
Peter Mello, PMP, PMI-SP, SpS
The Spider Team / X25
PMI R.E.P. Global 1812

http://www.thespiderteam.com

Comprovantes para Certificação PMP (Lista PMI-MG)

- Troca de correspondências sobre: “Comprovantes para Certificação PMP” encaminhada para à lista PMI-MG

 

Carta de Wesley Costa
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—– Original Message —–
From: Wesley Costa
To: PMI-MG@yahoogrupos.com.br
Sent: Friday, September 12, 2008 8:14 AM
Subject: Res: [PMI-MG] Apresentação ( Novo Associado)

 

Bom dia Peter e amigos,

Desde 2002 trabalho com análise e desenvolvimento de sistemas.

Trabalhei em vários projetos e produtos, sendo que em muitos liderei o projeto principal ou sub-projetos.

         Como eu trabalhava em micro-empresas em Valadares, liderar projetos é comum, em muitos eu coordenava e fazia a análise enquanto 1 ou 2 programadores codificavam. Em outros eu também programava e liderava as pessoas que implantavam o software, davam suporte, etc. Mas sempre foram poucas pessoas, 2 ou 3.

Estou exatamente calculando estas horas para saber o que falta.

         Uma dúvida: Desde 2002 trabalhei em 5 empresas ( algumas em paralelo ), que tipo de documentação preciso pedir a estas empresas para comprovar as horas que liderei projetos nas mesmas?

 

Forte abraço.

Atenciosamente,Wesley Costa Silva
Analista de Sistemas
Cursando MBA – Gerência de Projetos – FGV

 

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Peter Mello, em resposta:

 

Wesley,

         Em um primeiro momento você não precisa de nenhuma declaração destas empresas. Isso será necessário somente se você for auditado pelo PMI.

         O que você deve ter cuidado é em documentar as horas distribuindo-as de forma adequada entre as áreas de trabalho. Deve existir uma coerência entre horas de liderença e as horas efetivas de trabalho em sua área de atuação.

         Exemplo: Enquanto analista, discutir pontos de trabalho com o cliente, desenvolver a análise, preparar documentos, repassar itens a programadores, tirar dúvidas e etc. são do “papel analista”. Até mesmo se você receber uma instrução de um líder de ir ao programador e coletar dados de projeto passam a ser atividades deste dia-a-dia e não de liderança em projetos.

         Agora, se não há um líder de projeto e é você quem determina sequenciamentos de atividades, fecha objetivos com o cliente, estabelece o trabalho que deve ser efetivamente realizado pelos programadores e então controla esta atuação, estas horas você pode colocar em seu benefício para uma certificação.

         Vale lembrar que hoje o mercado já entende que há PMPs e PMPs e portanto eu – como quem contrato – prefiro muito mais um analista de sistemas que tem um CAPM e trabalha seu currículo para um dia ser um GP do que contratar um GP que tem pequena experiência em projetos (pequenas equipes, pequenos desafios, ambientes informais, etc) que já chega se impondo com uma certificação ou PMP.

         Em 40 horas semanais de analista, quantas você acha que está no papel do líder? 4, 8? Se for mais do que um dia por semana tem algo estranho no seu ambiente de trabalho ou no seu cargo de analista, não acha? Digamos que sejam 20 (50% do seu tempo!) – São 100 horas por mês… você precisa de 45 meses.

         De verdade? Trabalhos entre um analista e 2 programadores eu não colocaria jamais em meu currículo como experiência em Gerenciamento de Projetos. Eu usaria meus “skills” em liderança de equipes para ganhar destaque como analista e primeiro conquistaria um trabalho efetivo em GP em uma empresa antes de sair perseguindo uma certificação.

          É um mundo pequeno. Você aparece como um bom profissional crescendo na carreira e terá sempre boas oportundiades. Você aparece como um PMP que não aplicou realmente as boas práticas e você pode queimar oportunidades importantes em sua carreira.

         Faça CAPM. Tenha orgulho dela! Não confunda coordenar uma pequena equipe com gerenciar projetos e trabalhe para o sucesso da sua carreira!

(de fato, faça o que se sentir melhor… Mas estou repassando pontos que discuto com meus alunos em cursos preparatórios para Certificação PMP e CAPM).

 

Grande abraço,

Peter Mello, SpS, PMP

[E-Plan.br] – Re: PMBOK – Monopólio de melhores práticas de GP? (I)

Tópico:

- Troca de correspondências sobre: “PMBOK – Monopólio de melhores práticas de GP” para a lista E-plan –

 

Carta de Guilherme Silva
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Cláudio,

      O processo de certificação exige que se tenha as horas “coordenando uma tarefa de projeto”. Isso qualquer analista faz (exagerando, o faxineiro pode dizer que coordena a atividade de limpeza do projeto tal), sem nunca ter gerenciado nada. E não é exigida horas extras para renovar a certificação – uma vez PMP, o exigido são os PDUS (se não me engano, 60) e a taxa. De qualquer modo, estou falando sobre a não-percepção de valor agregado aos indivíduos que detém a certificação, que eu já disse antes, vejo acontecer.

      Você torce para que a certificação seja banalizada? Eu não… Eu acredito que certificações sejam uma boa maneira de diferenciar uma pessoa que detém certos conhecimentos de outra. Esta pessoa, para ter a certificação, está disposta a comprovar experiência, a estudar, a pagar taxas elevadas, etc. Ou seja, é menos provável que seja um “aventureiro” no mercado. Mas gostaria que todos percebessem a diferença.

 

Atenciosamente,
Guilherme Silva, PMP
www.gerenciamentoeconomico.com.br”

 

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Peter Mello, em resposta ao debate:

 

“A respeito da banalização/necessidade/coerência da Certificação PMP”

 

Guilherme/Comunidade,

     O termo é “atividades de liderança/coordenação” (que é diferente da atividade “fim” de quem não é claramente um GP ou coordenador). Por isso as horas de faxina não contam para o faxineiro e nem as horas de levantamento de requisitos para o analista de requisitos ou atividades de formatação de um cronograma para o técnico de planejamento.

     Isso significa que há sim pessoas no mercado que declaram ter horas de liderança que não possuem efetivamente e esse profissional PODE perder sua Certificação se for levada uma reclamação ao PMI demonstrando o registro inapropriado de horas.

     Se eu sou técnico de planejamento e executo as atividades previstas em meu papel e encaminhadas pelo gerente de projeto, estas horas eu NÃO posso computar em favor do PMP. Para isso há a Certificação CAPM que é para “membros de equipe de projeto”.

     Enquanto técnico, se eu coordeno atividades delegadas a mim pelo gerente como o planejamento de ações específicas de projeto, então estas horas eu POSSO registrar em favor do PMP.

Veja a diferença:

Caso I:
- Um GP cria um cronograma macro e estabelece mecanismos para o técnico coletar informações detalhadas e ajustar o cronograma em mais níveis conforme o entendimento. Depois o GP avalia o trabalho e libera as ações previstas pelo técnico à equipe.

     Neste caso, o técnico cumpriu apenas uma atividade prevista em seu perfil e não é uma atividade relacionada a gestão do projeto e sim sua operacionalização.

Caso II:
- Um GP cria um cronograma macro e encaminha um técnico de planejamento a detalhar ações semanais, verificar sua aplicabilidade, negociar com os envolvidos e garantir sua execução em campo. O GP apenas colhe resultados (criticando ou não) já liberados pelo técnico.

     Neste caso, o técnico exerceu atividades relacionados à gestão de projetos (e não a técnica de montagem de cronogramas) e portanto pode colocar estas horas em seu favor para uma certificação.

O critério é sugeito a enrolação? Sim.
O critéro é passível de multiplas interpretações? Sim.
O critério pode gerar entendimento de cargas horárias diferentes em situações similares? Sim.

      Por esta razão temos pessoas recém formadas e com pequenas experiências em projetos que já tiraram sua Certfificação PMP. Garanto que este número é bem menor nos Estados Unidos do que no Brasil por que incorreções em um currículo vitae nos Estados Unidos dá processo CIVIL e se duvidar até PENAL.

      Há falhas. Mas ainda é melhor do que o processo de certificações baseado em uma sucessão de cursos (fez curso A,B, C, D e passou na prova, então OK).

      E nós – COMUNIDADE EM GERAL e principalmente outros PMPs – podemos, a qualquer momento, encaminhar ao PMI um pedido de verificação de ato impróprio de qualquer membro do PMI ou de um Certificado, desde que devidamente instrumentado com evidências (assim como podemos fazê-lo em relação a um processo civil no Brasil).

 

*** Ter uma certificação PMP sem ter as devidas 4,500 horas em atividades de liderança é ato que fere o código de ética e responsabildiade profissional que assinamos. Isso pode não representar muito em um país onde tudo se copia, mas já é um grande progresso e por isso a comunidade segue crescendo com BONS profissionais, além das ovelhas de outras cores. ***

      Qual é o curso de Engenharia ou Medicina que realmente garante Engenheiros/Médicos competentes?
Qual é a prova de Vestibular que garante o aluno adequado ao curso que irá perseguir como carreira?

      Hoje não posso conceber um GP que pelo menos não conheça um pouco do vocabulário do PMI, mas não vou esperar que saiba um bocado.

      Se, no entanto, ele tiver uma Certificação, vou poder exigir mais deste conhecimento. Não é já um grande progresso?

      E se o cara for só um analista, ou um técnico, quando ele me apresentar a Certificação é bem provável que eu faça uma entrevista já para descobrir se ele não é mesmo um picareta. Isso também – na minha visão – é extremamente útil.

 

*** Dica de Mercado:

     - Nos últimos 5 anos eu contratei, sugeri, validei ou apoiei a contratação de DEZENAS de candidatos a cargos de técnico, coordenador, líder, gerente de projeto.

     - A certificação AJUDA na seleção de currículos, assim como uma boa universidade, uma boa experiência e boas referências.

     - Na hora da entrevista, a cobrança de quem tem uma certificação é MUITO MAIOR. Isso quer dizer que pode ser que na hora H eu fique com um GP que tem boa formação e referências e não tenha a Certificação do que ter um GP que demonstre ter tirado a certificação só por tirar.

     - Se eu cruzar com um cara que venha me pedir emprego que me mostre uma Certificação PMP e não dê evidências da experiência que deveria ter, eu vou ser – além de indelicado – um promotor para que este profissional não tenha outras entrevistas ou oportunidades em outras áreas da empresa. É importante manter CONSISTÊNCIA entre formação, experiência, certificação e objetivos de carreira!

 

Abraço,

Peter.