Prova Real: Reduzindo a duração de projeto ao atuar em atividade SEM folga Zero

(a respeito de CPM, Folga Zero e conceitos que podem obscurecer nossa gestão)
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     Aprendemos nas boas escolas de GP que não adianta atuar em atividade não crítica para reduzir seu tempo se o nosso objetivo é reduzir o tempo de um projeto.

     No jargão CPM, se reduzirmos o tempo de uma atividade que não tenha folga zero, ela não terá nenhum efeito sobre a redução do tamanho total do projeto.

 

ERRADO!
Crashing – ou compreensão de cronograma – pode ser feito também quando atuamos em atividades não críticas.

 

EXEMPLO:
     - Temos escavadeiras em um trecho que são utilizadas para preparar valas para a colocação de tubulação; estas escavadeiras também tem um gancho que lhes permite serem usadas para realizar o abaixamento dos tubos embora com menor produtividade que os side-booms que são equipamentos especializados para este abaixamento, logo são mais rápidos na realização destas tarefas.

     - Em um dado projeto, temos duas frentes de trabalho: uma frente está auxiliando a finalização de certos ajustes no trecho para a colocação de meio-fio, postes, entre outros; esta frente de trabalho não está no caminho crítico.

     - A segunda frente de trabalho está atrasada e tem como meta cumprir 2000 metros de abaixamento de tubos; esta equipe conta com uma escavadeira e um side-boom e embora o side-boom seja mais rápido que uma escavadeira na hora de baixar tubos, a escavadeira abre valas em um ritmo mais rápido que o side-boom segue na sequência para fazer o abaixamento; falta também apoio de mão de obra (ajudantes) para apoiar as operações com ambas as máquinas e com isso aumentar a produtividade da equipe, que define o tamanho do projeto por estar no caminho crítico.

     - Se aplicarmos SOMENTE TEORIA, vamos trabalhar com a noção de que só adianta atuar sobre atividades críticas – logo aquelas de folga zero – para conseguir realizar a meta de 2000 metros em 4 dias ao invés dos 5 dias previstos.

     - No entanto, o SENSO COMUM e a experiência em campo de muitos técnicos, planejadores, ajudantes e operadores de máquina já nos dizem que se de alguma forma eu atuar reduzindo o tempo das atividades no caminho não-crítico e com isso liberando antecipadamente a escavadeira que está naquela equipe e também alguns ajudantes, eu terei condições de também atuar em fast-tracking (paralelismo) na frente de trabalho que está no caminho crítico.

 

     Resultado: Além de aumentar as horas extras do operador do side-boom para ele tentar compensar com um dia mais longo a produtividade que lhe falta para alcançar a produtividade da escavadeira que está abrindo as valas à sua frente, o gestor pode também aumentar as horas extras do operador da escavadeira da OUTRA equipe (que não está no caminho crítico) e com isso entregando o resultado da outra frente de serviço ainda mais rápido do que o planejado (Crashing em atividade não crítica). Uma vez entregue o primeiro conjunto de atividades não críticas (que adeptos da Corrente Crítica talvez não tivessem decidido por esta abordagem por terem como princípio deixar para mais tarde toda atividade não crítica), agora temos recursos extras para criar uma nova frente de serviço para ampliar a produtividade no abaixamento dos tubos, utilizando a segunda escavadeira em conjunto com o side-boom.

     ”Puristas CPM” já me disseram, para este meu exemplo, que o que eu fiz na realidade foi encontrar um meio de ter os recursos extras necessários para o fast-tracking do caminho crítico e por isso a regra de que o projeto só se reduz quando atuamos sobre o caminho crítico e que apenas arranjei um pretexto para trazer de outra frente do projeto algo que eu deveria de qualquer forma trazer para as atividades principais.

     NO ENTANTO, o que temos que lembrar aqui é o princípio da coisa: Não importa se estou falando de economizar recursos humano, máquina, dinheiro ou tempo em uma frente de serviço para então ter a disponibilidade destes mesmos recursos (que são limitados) para atuar sobre o caminho crítico e para isso eu preciso “ter a cabeça aberta” para atuar sobre atividades NÃO CRÍTICAS antes de poder atuar onde realmente importa.

 

Quebra-se aí então dois paradigmas:
1) Não se deve só olhar o caminho crítico como forma de reduzir o tempo em um projeto;
2) A atividade “CPM FOLGA >0″ pode ser tão crítica quanto a “CPM FOLGA = 0″, pois se eu não tiver discernimento para agir sobre ela, não terei os recursos necessários para realizar o que desejo sobre o “Caminho Crítico Oficial”.

E reforçamos ainda outro entendimento:
- Cronogramas SEM ANÁLISE DE RECURSOS são melhor que cronograma nenhum, mas estão longe de ser o que melhor poderíamos oferecer aos nossos clientes e patrocinadores! Como planejadores, temos que ultrapassar barreiras culturais e conseguir fazer mais do que os heróis de antigamente, que resolviam tudo na força e no papel e caneta…

Qual é o C+C do seu projeto? (Caminho + Crítico)
- O que tem folga zero? ou
- O que lhe dá possibilidades de cumprir seu objetivo para com o seu cliente?

 

Tudo tem o seu tempo, mas o tempo do CPM acabou.
Vivemos em uma era onde deve prevalecer o bom uso de nossos recursos.

 

Peter.
(publicado originalmente na E-Plan, na mesma data)

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** Retorno na Lista **

— Em planejamento@…, “Farhad” <farhad@…> escreveu

 

      Bravo Peter,
      Você consegue se superar!
      Você monta um cenário absurdo (fazer crashing na atividade não crítica) e depois você mesmo derruba o argumento “que o que eu fiz na realidade foi encontrar um meio de ter os recursos extras necessários para o fast-tracking do caminho crítico e por isso a regra de que o projeto só e reduz quando atuamos sobre o caminho crítico e que apenas arranjei um pretexto para trazer de outra frente do projeto algo que eu deveria de qualquer forma trazer para as atividades principais.”

     Impressionante a sua obstinência de não achar erro de lógica na sua própria argumentação! Você não precisa de contraditório, é o reu e promotor ao mesmo tempo! And the prosecutor rest his case!

 

Farhad

 
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** Comentário do autor **

 

Farhad,

Capacidade de abstrair?

     O exemplo que eu dei apareceu durante o desenvolvimento de um cronograma baseado em recursos, onde estávamos simulando situações de melhoria de tempo de projeto com a colocação de novos recursos.

     Enquanto estávamos voltados só para o problema principal (o caminho crítico que todo mundo fala), não adiantava tentar movimentar os recursos já disponíveis e precisávamos trazer NOVOS recursos.

     A premissa, de que era necessário CRASHING no caminho principal não serviu.

     A opção de FAST-TRACKING não parecia possível, pois não tínhamos como criar
atividades paralelas com a mesma equipe restrita.

 

*** Precisamos então ABSTRAIR:

- Crashing PODE ser feito FORA DO CAMINHO CRÍTICO;
- Este Crashing LIBERA NOVOS RECURSOS;
- Estes recursos PODEM ser utilizados em Fast-Tracking;
- Fast-Tracking RESOLVE o problema no Caminho Crítico

 

     E quem ficar preso SOMENTE nos conceitos básicos, não poderá desenvolver cenários de planejamento para soluções que vão além das premissas ensinadas nos cursos em geral.

Não concorda? Não use.

Abraço,

 

Peter.

Método da Corrente Crítica e CPM

CCM – Critical Chain Method: Método da Corrente Crítica
CPM – Critical Path Method: Método do Caminho Crítico

 

      Na ilustração abaixo temos uma mesma rede de atividades vista sob a perspectiva da aplicação do CCM e do CPM (CCM também é conhecida por CCPM, ou Critical Chain Project Management).

Diagram de Rede de um Projeto

Diagram de Rede de um Projeto

 

     Após a identificação do Caminho Crítico, determinado pela sequência lógica entre as atividades, para o Método da Corrente Crítica, ainda é necessário:

     1) Verificar qual é o caminho crítico em função de restrições de recursos (o que seria a corrente crítica própriamente dita);

     2) Reduzir os tempos individuais de cada atividade sob o preceito de que todas as atividades sempre carregam com si proteções individuais que devem ser levadas ao projeto;

     3) Transferir parte das reservas “colhidas das atividades individuais” para as reservas do projeto, transferindo assim o que se protegia individualmente para o “controle do projeto”, através da administração de um “buffer de projeto”.

      A ilustração abaixo é o mesmo conjunto de atividades do diagrama de rede anterior, agora com o registro das durações individuais (originais) em sua representação como um Diagrama de Gantt.

Diagrama de Gantt (CPM)

Diagrama de Gantt (CPM)

     É possível identificar neste Diagrama de Gantt que a “Atividade 2″ é a única que não está no caminho crítico do projeto e ela tem uma folga livre (deslocamento potencial sem prejuízo do início da próxima atividade) e uma folga total (deslocamento potencial sem alterar a data de término do projeto) de 104 horas.

     O Caminho Crítico Total tem 224 horas, representados pelas atividades 3 (80 horas), 4 (80 horas) e 5 (64 horas).

     Apenas em caráter ilustrativo, vamos imaginar que exatamente as mesmas atividades estariam determinando a Corrente Crítica do Projeto (o que significa dizer que mesmo após nivelado o cronograma CPM pelos recursos, somente a atividade 2 permaneceria fora da corrente crítica).

     Vamos somar agora 4 elementos ao Diagrama de Redes original:

A) Um “feeding buffer”, que é uma reserva que se cria para a sequência de atividades em que se retirou reservas individuais e que não pertence a Corrente Crítica;

B) Um “project buffer”, que é uma reserva que se cria na Corrente Crítica “devolvendo” para o projeto uma parte das reservas individuais que se retirou de cada atividade;

C) Um “término sem buffer”, que é um marco que registra o término do projeto entre a atividade de início e a última tarefa da Corrente Crítica, sem considerar o “Project Buffer”

D) Um “término com buffer”, que é o marco final do projeto identificando o último momento possível de realização do projeto conforme o seu planejamento CCM original (que equivale a corrente crítica + project buffer)

Diagrama de Rede (CCM)

Diagrama de Rede (CCM)

      Nota: O Diagrama de Redes acima seria diferente com a aplicação do MS-Project e outras ferramentas que não possuem atividades do tipo “hammock”.  Neste caso, no MSP teríamos uma ligação TI do “Término” para o “Project Buffer” e outra ligação TI do “Project Buffer” para o “Término com Buffer”.

     A vantagem de utilizarmos uma hammock na representação acima é que a atividade “hammock” se reduz “automaticamente” na medida em que outras atividades na corrente critica tem uma duração maior que a planejada, de tal forma com que esta “hammock” serve para calcularmos o “consumo das reservas”, sem precisarmos ajustar manualmente (ou usando um plug-in) a duração remanescente do pulmão (buffer) a cada vez que alguma tarefa consome a reserva.

     (no exemplo acima, o “feeding buffer” também deveria ser modelado com o uso de uma hammock para uma aplicação efetiva do controle sobre pulmões, mas o princípio é o mesmo do “project buffer” já ilustrado).

 

Criando os Buffers (Pulmões)

     A forma com que se criam os pulmões e se decide pela retirada das reservas individuais de cada tarefa é o calcanhar de aquiles do método, pois não há exatamente um consenso sobre a forma com que se localiza “proteções individuais de cada atividade” para que sejam retiradas e levadas para o controle do projeto.

     Diversos usuários poderão determinar o tamanho “não-conservador” (sem proteções) de uma atividade utilizando um mecanismo com 3 estimativas (pessimista, otimista, mais provável), ou usando médias históricas da empresa ou discutindo com a equipe.

     Usuários mais “puros” do Método irão aplicar a regra 50 x 50, onde independente da atividade, iremos retirar 50% da duração de todas as atividades para que elas se tornem desafiadoras para a equipe e devolveremos ao pulmão do projeto 50% destas reservas.

     Utilizando uma abordagem “purista”, então temos:

Atividade 2 = de 40 horas para 20 horas;
Atividade 3 = de 80 horas para 40 horas;
Atividade 4 = de 80 horas para 40 horas;
Atividade 5 = de 64 horas para 32 horas;

      Feeding Buffer: O “pulmão” das redes secundárias é colocado no ponto uma atividade fora da corrente crítica se “encontra” com a corrente principal. O “Feeding Buffer” protege então aquela parte da rede sem “danos” a corrente principal até que o “Feeding buffer” se esgote.

     O Feeding Buffer neste projeto foi colocado entre a atividade 2 e 3 e devolve à equipe 50% da reserva retirada. Das 20 horas retiradas da atividade 2, temos o “retorno” ao projeto de 10 horas neste “Feeding Buffer” ou Pulmão de Convergência.

     Project Buffer: O “pulmão do projeto” recebe 50% dos temos retirados da Corrente Crítica, ou seja:50% de 40 horas da atividade 3 + 50% de 40 horas da atividade 4 + 50% de 32 horas da atividade 5. O Pulmão do Projeto tem assim uma duração de 56 horas.

     A seguir temos o Diagrama Gantt do mesmo cronograma original, agora com os tempos, reservas e complementos do Método da Corrente Crítica.

Diagrama de Gantt (CCM)

Diagrama de Gantt (CCM)

 Curiosidade:
- No CCM,  as atividades são colocadas em ALAP (As Late as Possible) para que sejam realizadas no momento mais tardio possível em um projeto. Por esta razão, a atividade 2 (que antes tinha uma folga de 104 horas) agora está agendada para acontecer 30 horas antes da atividade 3 (20 horas previstas para a própria atividade + 10 horas de reserva).

- Embora a aplicação de algumas atividades em ALAP possa ser interessante (pois se posterga a necessidade de atenção do gerente às atividades secundárias e também se deixa para mais tarde o investimento/custo da mesma), deve-se ter muito cuidado com esta abordagem pois estamos agregando um risco desnecessário a esta tarefa para que ela interfira no desempenho geral do projeto! Se a duração original dela era 40 horas e ela era secundária, por que arriscar realizá-la em 30 horas no último instante possível e eventualmente ter que consumir o pulmão do projeto, deslocando a atividade 3 que está na corrente crítica?

 

** O Arquivo deste exemplo está disponível em:

     http://www.thespiderteam.com/download/sprj/exemplo_ccm.001.sprj

** Para abrir o arquivo, instale gratuitamente o Spider CPM:

     http://www.thespiderteam.com/blog/licenciamento

 

 Observações finais

- Percebe-se que o cronograma final em CCM é 25% menor que o cronograma CPM e por isso é visto como um cronograma desafiador; outros métodos com a aplicação de Corrente Crítica e mesmo com o uso de pulmões também estão disponíveis.

- O SDPM (Success Driven Project Management) é um método que utiliza o nivelamento de recursos (Resource Critical Path) para estabelecer o caminho crítico do projeto (o que eles chamavam de “true critical path”). O RCP é – pela própria definição do PMBOK 4a edição (página 155) o equivalente a Corrente Crítica (Caminho Crítico do Projeto Alterado pelas Restrições de Recursos). Não se deve confundir o “conceito de corrente crítica” com o “Método da Corrente Crítica” (O método exige a identificação da corrente crítica e depois o levantamento das reservas e criação dos pulmões, entre outras coisas).

- O SDPM, que também é “um método” de Corrente Crítica, desenvolve os seus lastros virtuais (similares aos pulmões) a partir do uso de estimativas em três cenários e simulações de risco de projeto; o lastro em SDPM não fica preso a corrente crítica e é controlado a partir dos indicadores de probabilidade de sucesso em substituição ao controle sobre os pulmões de CCM.

Resultado comparado (CPM x CCM)

Gantt do mesmo projeto em uma visão CPM e CCM

Gantt do mesmo projeto em uma visão CPM e CCM

Revisor Independente para o PMI (PMI-Scheduling Professional)

Trabalho Voluntário – PMI

     Com grande satisfação recebi um novo convite para participar junto ao PMI de trabalhos relacionados à evolução da carreira do Gestor de Projetos.

     Em 2007, fui escolhido como único Latino-Americano a participar do Portfolio Role Delineation Study Group em um evento que aconteceu em São Francisco, EUA. Frutos deste trabalho podem ser encontrados na área do PMI dedicada aos avanços da carreira, onde desenvolve os “Roles” (papéis) para os gestores de projeto, programa e portfólio.

     Agora em 2012, participo da revisão de um estudo similar, desta vez realizado por outro grupo em um encontro nos Estados Unidos, relacionado ao PMI-Scheduling Professional (PMI-SP)® role delineation study (RDS).

     O conteúdo trabalhado é confidencial até a publicação oficial pelo PMI, mas posso dizer que a revisão auxilia no trabalho de entendimento do real papel do gestor especialista em cronogramas, as habilidades a ele necessárias, as responsabilidades sob seu domínio e as fronteiras entre o trabalho que este profissional realiza em função de outros profissionais em projetos, como o Gestor de Projetos, Programas, Portfólio ou Escritório de Projetos.

 


From: Jacqueline Siano
Sent: Monday, February 13, 2012 2:07 PM
To: PMI Scheduling
Subject: PMI-SP Independent Review

 

     Thank you for volunteering to serve as an independent reviewer for the PMI-Scheduling Professional (PMI-SP)® role delineation study (RDS). PMI has undertaken the RDS to identify the tasks performed and knowledge and skills required for competent practice. RDS is an industry standard method of identifying the components of a certification program.

     This e-mail contains an overview of the role delineation structure and your responsibilities as an independent reviewer. Please read this e-mail carefully and in its entirety.

      Overview of the Role Delineation

     The role delineation consists of:

Domains – the major responsibility areas that make up a profession. Domains are mutually exclusive and encompass all of the tasks performed in practice.
· Tasks – discrete work elements within domains. Tasks are distinct, identifiable, and specific practice-related activities.
· Knowledge – learned information, not specific to a particular project or organization, necessary to perform one or more tasks.
· Skill – a proficiency that is acquired or developed through training or experience and is necessary to perform one or more tasks.

[...]

Jacqueline N. Siano
Research Director
Professional Examination Service

[E-Plan] – Disponível o Spider SCPM para download

(cópia de e-mail publicado na E-Plan em 09/02/2012)
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O Spider CPM será o novo substituto do MS-Project nos projetos do dia-a-dia!

100% gratuito;
“100″ limite de tamanho para os projetos;
“100″ limite de campos do usuário (texto, numérico, datas)
“100″ erro em cálculos financeiros

 

     Use sinais e fórmulas simples relacionando campos do usuário e traga tabelas inteiras de controle de produção, chegada de materiais, emissão de notas fiscais, controle de time-sheets, registro de entregas para o cliente e dezenas de outras atividades em projetos nas áreas de Construção Civil, Montagem Mecânica, Desenvolvimento de Software e etc.

     Gere curvas-S imediatamente, demonstrando avanços entre o previsto x realizado; Utilize Valor Agregado sem erro de fórmulas e contas como a concorrência; Utilize recursos avançados em CPM para a identificação de atividades para crashing ou fast-tracking em projetos; Veja o caminho crítico de projetos; encontre folgas livres e totais sem complicação.

 

** Encontrou um BUG? **

     Conheça o melhor suporte tecnológico em um produto disponível no mercado! A Spider Management Technologies atende “bug fixes” com um tempo médio inferior a 10 dias, garantindo assim que o seu software realiza as funções que se presta a realizar, sem você ter que esperar aquele super lançamento da versão 2015, ou 2020…

     NOTA: A garantia de software livre de bugs é mantida para os usuários de versões pagas, apesar deles buscarem imediatamente a resolução de qualquer problema encontrado também em versões gratuitas. Esta observação é apenas por que a Spider se reserva ao direito de não atender o usuário gratuito com a mesma
presteza de um usuário pago, mas eu aposto minhas Certificações PMI que se você se deparar com qualquer bug, vai ver sua solução MUITO antes do próximo PACK Microsoft!

 

*** POR QUE é GRÁTIS ? ***

1) Vladimir Liberzon, arquiteto do Software e Presidente da empresa, tem no Spider uma criação para garantir a execução de suas atividades como Gerente de Projetos e não para ganhar dinheiro… Os mais de 50.000 usuários pagantes nos países da extinta União Soviética já lhe garantem os proventos que necessita
para ele e suas próximas gerações.

2) Porque em algum momento você vai entender que CPM (Critical Path Method) é uma metodologia incompleta e com grandes deficiências e aí você vai decidir utilizar o Spider Professional que faz o melhor nivelamento de recursos do mundo!

3) Porque em algum momento você vai ver que as concepções de Portfólio das soluções americanas (HP, IBM, EPM, Clarity, Primavera, etc) são incompletas e com grandes deficiências e aí você vai decidir utilizar o Spider Professional para unir os projetos de sua empresa em um grande painel de controle onde recursos compartilhados podem ser nivelados, controlados geridos no âmbito do Portfólio, permitindo a simulação antecipada de novos empreendimentos em sua carteira.

4) Porque nós do Brasil sabemos que você já está viciado no MSProject e aprendeu a tocar aquele violão com uma cópia pirata, ou de um amigo, ou aquela licença meio utilizada em várias máquinas de sua empresa e nós queremos que você tenha a oportunidade de aprender um novo software com a possibilidade de utilizá-lo
profissionalmente em sua empresa mesmo que ela não tenha como investir $$ em tecnologia.

 

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AJUDE A DIVULGAR!
O SPIDER fornece soluções gratuitas que já estão em uso em dezenas de projetos desde 2008 e os objetivos do The Spider Team vão muito além dos objetivos mercadológicos da concorrência! Nós queremos debate, aprendizado, melhoria…
Participe desta aventura conosco e ADOTE UMA ARANHA
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(cadastro, download e uso do software SCPM gratuitos)

 

     Clique no “EU GOSTEI” em nossa página para o Facebook e nos ajude a incrementar a teia da aranha! Assista vídeos e apresentações sobre temas educacionais na área de projetos e mande sua sugestão dos assuntos que quer aprender, ensinar ou debater com nossa equipe!

 

Precursores da Aranha no Brasil:
- Jefferson Guimarães, primeiro usuário pagante do Brasil!
- Alexinaldo Alves, primeiro usuário brasileiro a exportar o Spider para a
Bolívia!
- Peter Mello, primeiro brasileiro a receber um treinamento pelos Russos!
- Marcus Possi, primeiro autor de livros sobre o Spider no Brasil, já publicado
em 4 edições e em inglês e Português!

     Junte-se a estes e a pelo menos outros 500 usuários do Spider no Brasil.

 

     No máximo o que pode acontecer é a Microsoft ficar VERDE de inveja ou ciúme e decidir dar o suporte ao seu produto que nós usuários e ex-usuários de versões pagas deste software esperamos por tantos e tantos e tantos anos!!

 

—-
Aviso legal: As opiniões, convites, declarações, especificações e comentários
deste e-mail são a opinião pessoal de Peter Berndt de Souza Mello e não
correspondem à declarações e afirmações da Spider Management Technologies. Nesta
lista de discussão, convido todos a fazer sua própria interpretação crítica do
que é ou não é surpreendente sobre o Spider Project.

Lançamento SCPM dia 08/02/2012

     Boa noite!

      Já confirmamos com a Rússia o lançamento do Spider CPM. Novos links para áreas úteis foram criados no aplicativo e as últimas traduções foram concluídas.

     Por conta do fuso horário, a versão final com o instalador estará disponível a partir de amanhã, dia 08/02/2012.

     Hoje no trabalho fiz um teste de campo com o Spider muito interessante: Baixei 33.500 linhas de um sistema ERP com informações de Notas Fiscais emitidas e importei para o Spider; baixei 2.500 pedidos de compra de um dos vários projetos e importei para o Spider; cruzei ambas as informações e transformei em atividades no Spider…

     E agora? O que dá para fazer com tudo isso?

     Com uma EAP montada pelas propriedades da tabela, reuni todas as notas fiscais e pedidos de compra relacionados a um projeto em andamento e criei uma curva S não só com as Notas Fiscais já pagas, mas também com as futuras entregas para o projeto. Tenho agora o fluxo já realizado e por realizar dos CUSTOS por insumos. Posso inclusive comparar datas de emissão de pedido e chegada dos materiais e criar um relatório com grupos de prazos médios: Rolos levam de 80 a 100 dias, Talhas levam mais de 100 dias, material elétrico em geral ao redor de 45 dias… Esta categorização por grupos de insumos irá me permitir adiantar em um próximo projeto os tempos de fornecimento ao cliente baseado em médias de projetos anteriores, com uma análise visual e com acompanhamento histórico de dados que no ERP eram apenas uma tabela de números e datas.

     A tabela pode então ser incrementada com grupos de insumos que serão usados na fábrica antes de termos equipamentos para serem remetidos à obra e outros que vão direto, provendo então para as equipes de campo um agendamento para a chegada dos insumos que podem ser vinculadas à tarefas em campo, facilitando o planejamento dos pacotes de trabalho das equipes remotas …

     O impressionante foi gerar relatórios diversos com uma carteira de mais de R$ 50.000.000 em investimentos em diversos projetos e tirar relatórios esperados pela área Administrativa e Financeira há anos, tudo isso em uma tarde de trabalho e uma licença GRATUITA do Spider Project.

     Espero que o Spider finalmente ganhe a atenção que merece!

 

Um abraço,
Peter Mello

Uma provocação para o Caminho Crítico (2012)

     Apesar deste ser o quinto conjunto de slides para quem estiver se aventurando pelo Spider CPM, estes slides abordam somente a questão teórica (e prática) das folgas e definições de Caminho Crítico, sem uma abordagem específica para a ferramenta Spider.

     Já parou para pensar que a “sua folga” (de fim-de-semana) não é folga no caminho crítico? Veja os slides e deixe o seu comentário!

 

Peter.

Bem Vindo!

Este domínio, www.gestaodeprojetos.com.br, foi gentilmente cedido pela Ecthos CD para as iniciativas de cursos em Gerenciamento de Projetos de Peter Mello e Jefferson Guimarães.

No site Gerenciamento de Projetos você encontra as iniciativas educacionais de Peter Mello, PMP, PMI-SP, SpS e Jefferson Guimarães, PMP, SpP com conteúdos pagos.

Opções gratuitas são mantidas no site do Spider Team, no endereço http://www.thespiderteam.com/ead

 

Considerações sobre a EAP

 

     O livro “O Mapa da Mina” é uma publicação piloto para uso dos recursos de impressão sob demanda do Clube dos Autores.

     Com alguma surpresa, encontrei o livro copiado no SCRIBLE e como ele de fato é de distribuição livre (em sua versão digital), resolvi passar para este blog o link para o livro.

Leia o Livro
Considerações sobre a EAP e Cronogramas


Veja o Índice

Spider Management Technologies

      A Spider é líder de mercado em países da extinta união soviética na distribuição e aplicação de ferramentas de Gerenciamento de Projetos. A ferramenta é padrão para a gestão de portifólios importantes, como iniciativas do Ministério do Planejamento e também o seu Exército. Dezenas de grandes empreendimentos utilizam o Spider Project Professional como padrão, como é o caso da Russian Aluminium e também o Consórcio responsável pelo desenvolvimento dos Jogos Olímpicos de Inverno em Soshi (2012).

Logo The Spider Team Brazil - PMI R.E.P. Global 1812

 


The Spider Team (PMI R.E.P. N° 1812)

     The Spider Team é a denominação de fantasia para os escritórios que constituem a rede de serviços da Spider, na Rússia, Ucrânia, Romênia, Brazil e diversos outros países. Escritórios participantes respondem à Matriz na Rússia em relação aos treinamentos vinculados ao programa PMI R.E.P Global – Registered Educational Provider, junto ao Project Management Institute.

     No Brasil, estão autorizados a prover cursos dentro do Programa PMI R.E.P. vinculados ao escritório central na Rússia os seguintes representantes:

The Spider Team – Rio (Ecthos CD) – http://www.ecthos.com.br

The Spider Team – Brazil (Peter Mello) - http://www.thespiderteam.com